Na face sul da Cordilheira dos Andes, onde o terreno é mais desafiador e o clima mais extremo, nasceu, sobretudo, um projeto que une amizade, paixão pela natureza e respeito pela ancestralidade: Cara Sur.
Tudo começou, entretanto, com a conexão entre Sebastián Zuccardi, um dos enólogos mais inquietos e talentosos da Argentina, e Pancho Bugallo, alpinista e especialista em montanhas. Unidos pelo amor à Cordilheira e pela admiração mútua, os dois amigos ouviram um chamado da natureza — e responderam com vinho.
Terroir extremo, alma profunda
Cara Sur é mais do que uma vinícola. É um projeto artesanal, sobretudo, e autêntico que extrapolou a amizade e se tornou um ideal compartilhado pelos casais Sebastián e Marcela Nanini e Pancho e Núria Año. Juntos, eles resgataram vinhas centenárias, castas indígenas e práticas ancestrais no Vale de Calingasta, em San Juan.
A expressão “Cara Sur” vem do alpinismo: é a face mais difícil de uma montanha no hemisfério sul. Contudo, no mundo do vinho, representa a busca pela perfeição em condições extremas — e a coragem de fazer diferente.
Field blends e vinhos vivos
Os vinhos de Cara Sur, elaborados com mínima intervenção, fermentações espontâneas e leveduras nativas trazem personalidade e terroir específico. As uvas — como Criolla Chica, Moscatel Tinto, Bonarda e Barbera — cultivadas em altitude, em solos pedregosos e clima seco, oferecem frescor, mineralidade e autenticidade às garrafas.
Cada rótulo, todavia, é uma volta ao passado e um movimento para o futuro. Uma celebração da cultura andina, da biodiversidade e da verdade do vinho argentino.
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